sábado, 19 de outubro de 2019

Fico pensando....


Ao ouvir Charles Aznavour  em toda sua simplicidade, num som límpido, comovente, quase como um sussurro, fico pensando como estamos sedentos por uma vida assim.

Fico pensando que seria tão bom se reaprendêssemos a equilibrar a divergência, social ou familiar, soprando ao vento palavras não castigadas pela má educação.

Ah! como seria providencial que todas nossas diárias angústias e inquietações se entrelaçassem entre os dedos numa oração de cura, de redenção!

Fico realmente pensando que assistir um grande cantor e uma boa música não requer luzes, extravagâncias quase obscenas, trajes que convidam ao sexo, às drogas, às alucinações de mentes despreparadas....

E, no conturbado - quase doentio - campo político, fico pensando que todos...todos, indistintamente, não conseguem se desapegar do poder, da ganância, da obstinada busca de atenderem a si próprios ...que pena...que lástima... que caminhada triste.

Mas, por fim... Charles Aznavour reverte esses abismos e deixa-nos um legado precioso: o propósito de apreciar a vida com notas de doçura. 

Assim seja!

Maria Marçal
Blog Maturidade



domingo, 28 de julho de 2019

COLEGAS DO JUDICIÁRIO/RS: UMA 'AJUDA' NOVA: ARSEJUR...VENS COMIGO?

ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA DOS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO RIOGRANDENSE – ARSEJUR, entidade apartidária e sem fins



Meus queridos amigos/colegas da Justiça-RS

Recentemente replantamos uma semente de esperança às Causas do Poder Judiciário com a nova presidência do SINDJUS pelo amigo e colega, Fabiano Salazar, desejando que promova uma gestão reta e dirigida especificamente aos servidores do Judiciário.


Mas o que nos falta ainda para termos voz, regional e nacional?

Surge a Associação Representativa dos Servidores do Judiciário Riograndense - ARSEJUR, cujo presidente é o colega Marco Aurélio Weber, ex-presidente do Sindjus.


IMPORTANTE: APARTIDÁRIA!
se não fosse assim, não me associaria, porque nossos anseios de remuneração justa, preservação dos cargos efetivos,direitos iguais aos da magistratura, não se darão nunca com vinculação política.


Quero pedir a ti, meu estimado colega ativo e inativo, que faça como eu, se associe nos tornando fortes e vencedores.

NÃO TEM COBRANÇA DE MENSALIDADE!

O poder desse novo projeto está em restabelecer o nosso lugar, nossas necessidades, equiparando-se à magistratura, seja no plano de vencimentos ou no vasto campo das verbas 'extraordinárias'.....zelando pela manutenção dos direitos adquiridos (caso dos inativos), porém abrangendo ao núcleo onde tudo acontece: Brasília sem Partido!


Para se associar, e aí peço sua ajuda, passe deus dados pessoais, matrícula no TJ-RS, endereço, telefone, e-mail.

Enviar para arsejur@gmail.com


Acredite comigo! obrigada....

Maria Marçal
Servidora inativa do TJ-RS

domingo, 10 de março de 2019

O bolso abastado dos juízes, magistrados e membros do ministério público do RGS

Texto enviado aos Presidentes do TJ-RS, TCE, AL, Abojeris, Asj, Cejus, Sindjus
10-março-2019



Campanha da Fraternidade 2019
 “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça - (Is 1,27)"

A pergunta que fica: 

Será correto que o Poder Judiciário do RS e Ministério Público, desde dezembro/18, por Ato Administrativo, se auto reajustem - automaticamente - em 16% (segundo STF), ignorando os trâmites processuais e legais em que pese são  palco dos servidores daqueles poderes?

A campanha da fraternidade desse ano prega (pela mensagem) que Atos Administrativos como proferidos pelos Presidentes do Tribunal de Justiça do RGS e do Ministério Público são moralmente indignos, eis que 'políticas públicas', pressupõe o exercício da igualdade entre Classes de trabalho.

Políticas Públicas precisam, obrigatoriamente, deliberar  sem o viés da descriminalização e, no que tange a reajustes (concedidos e não concedidos) da magistratura e dos servidores do poder judiciário, há uma lacuna irreparável da mal versação de uma única rubrica que serve aos dois polos em tempo igualitário.

Os servidores do judiciário, tribunal de contas, ministério público, assembleia legislativa reivindicam há quase dois anos 5,58% de reajuste e negado pelos deputados estaduais desde sempre, com a justificativa do descumprimento da lei fiscal, desconsiderando essa premissa à magistratura e afins com seus 16%;

A magistratura e ministério público estadual vem percebendo, em suas respectivas folhas de pagamento, 16% de reajuste por ato administrativo, cegos, portanto, ao lema "Serás libertado pelo direito e pela justiça".

E o silêncio dos juízes, magistrados sobre o assunto é sepulcral.
E, enquanto isso, a toga se veste de Prada!, galhardamente.

Apenas emerge, dessa lama de desigualdade, o bolso abastado de juízes, magistrados e membros do ministério público, tudo isso à luz do silêncio desrespeitoso de quem legisla e aplica a Lei.


Maria da Graça Marçal
Servidora do Poder Judiciário RS
mgmarcal1@hotmail.com

quarta-feira, 26 de julho de 2017

NO BALANÇO DO AMOR


Meus netinhos: Maximiliano (menor) e Dante Luiz

Hoje, Dia dos avós, a gente carrega uma pontinha de orgulho, porque nossos filhos conseguiram nos dar este presente precioso que é ouvir, diariamente:

- Oi Vovó Graça! (do maior)  e, do menor, aquele olhar de amor acompanhado de um largo sorriso.

Coisas tão simples, não é mesmo, caro leitor amigo, mas com um grau superlativo de emoções, de sentimentos.

Aqui, nesta foto, meus netos descobrem o que é liberdade desde cedo na casa da vó.

E, eu, como que por milagre, sigo no balanço do amor, junto a minha filha e esses pequeninos tesouros.

Parabéns para nós, que amamos estar nessa condição de avós!


Maria Marçal
Dia dos Avós 2017