segunda-feira, 21 de novembro de 2016

SOBRE O PACOTE DESUMANO DO GOVERNADOR SARTORI

Correspondência enviada há pouco ao Presidente do Tribunal de Justiça e demais Poderes/Associações:


SOBRE PACOTE DE MEDIDAS DO ESTADO-RS



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Hoje, 12:07



Excelência,

Para seu conhecimento:

Publiquei, há pouco, no meu fecebook (abaixo), vez que é isso que penso sobre este desrespeito às leis que nos regem, ao esforço que o Poder Judiciário faz em lhe estender ajuda, através das custas judiciais. 

Com essa falta de ações e incapacidade de governar querem, desesperadamente, incluir na conta do funcionalismo público e da população em geral e, mais ainda, investir no dinheiro destinado - por lei - aos demais poderes.

O que este governo fez até agora? só aumentou impostos, não trouxe investidores, não criou empregos...nada!
Se limita a dizer que estamos em crise.

Outrossim, se nos espelharmos nas medidas do Rio de Janeiro, teremos a constatação de que a falta de dinheiro se deve exclusivamente aos desvios do dinheiro público, à corrupção generalizada nas obras daquele Estado e, a grande verdade desse dito, se faz através da prisão de seus governadores. 

Lá crise significa má gestão/corrupção, o que não descarto do mesmo estar acontecendo por aqui. Afinal, não é por nada que tem auditorias propostas pelo MP e Auditores estaduais.

Quanto a diminuir nossa dotação orçamentária, diria: o que faz o Judiciário com o dinheiro que recebe? 
Paga em dia nosso salário, faz obras, recupera nossas deficiências materiais nos cartórios estaduais...

Acho que está faltando a busca pelo imediato e urgente resultado dessas investigações do Ministério Público de Contas, onde os deputados terão base fidedigna para decidir sobre essa violência proposta contra o funcionalismo e aos  demais poderes.

Há que se descobrir onde ele está 'guardando' o dinheiro que entra no Estado, ao meu ver, s.m.j..


Meu texto (já encaminhei ao Conselheiro Da Camino):



NA ENTREVISTA AGORA DO SECRETÁRIO DA FAZENDA DO RGS NA RÁDIO GAÚCHA SE PODE TER O TAMANHO DA DESCONSIDERAÇÃO AO FUNCIONÁRIO PÚBLICO... ACHO QUE ANTES DE ACEITAR PACOTES DESUMANOS, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DEVERIA TER O RESULTADO DA AUDITORIA NAS CONTAS DO ESTADO FEITO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS.

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Respeitosamente,

Maria da Graça Marçal
mgmarcal1@hotmail.com
cc. Presidentes do TCE-RS, AL-RS, Presidentes Cejus, ASJ, Sindjus, MP-RS

quinta-feira, 9 de junho de 2016

POR ONDE VOA NOSSO PAI... (Vinte anos de ausência)








POR ONDE VOA NOSSO PAI...

Dia 09 de junho, quando passados vinte anos do falecimento de nosso pai, ULISSES DE SOUZA MARÇAL, ficamos (quatro filhas/mãe) a nos indagar: 


Por onde voa nosso Pai

Esse Homem que foi tão generoso, tão amigo/presente na vida dos guaibenses, tão especial à família;

Por onde voa nosso Pai  

O tempo nos afirma que ainda respeitamos seu lugar à mesa; que permanecemos todas juntas como era de seu querer; que o amamos como se nunca tivesse partido;

Por onde voa nosso Pai

Por certo, dizemos:
Ele não voa... Ele não se distancia de nossas existências.
Obrigada Pai. Todas nós pedimos que Deus te abençoe!


Uma homenagem ao meu pai, tão especial.
Maria Marçal e família

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

O TERRORISMO NOS ABATE EMOCIONALMENTE





Nesse momento em que cidadãos franceses são pegos pela crueldade, trás-nos, do outro lado do mundo, um sentimento de desolação, de incapacidade em podermos estender a mão a esses Irmãos.

Como pode existir tanto ódio, tantas mentes consumidas pelos descaminhos!

Centenas de pessoas, abatidas por atos insanos como estes, desestabilizam o bem maior que norteia nações ou seja a vida, a paz, o amor.

Que legado a humanidade herdará se estamos, presentemente, sendo dominados por todo tipo de pecado?

Sinceramente, meu/nosso coração fica esmagado pela dor do próximo...
pela completa impossibilidade de tornar nossos olhos instrumento de ajuda a essas pessoas.

Maria Marçal
Salve Irmãos Franceses

domingo, 27 de setembro de 2015

POR QUE TEMOS QUE NOS CURVAR?





Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça
cc. Presidente TC-RS, CNJ, MP, AL-RS, CEJUS, ASJ, SINDJUS, ABOJERIS
e colegas do judiciário gaúcho


Excelência:

Longos anos se passam do tempo em que havia uma espécie de 'pacto' entre os Poderes ou seja o que percebia um magistrado, um deputado, um promotor, um servidor se davam, na mesma proporcionalidade, os respectivos reajustes.

Essa correta aplicação da lei se mostrava justíssima. Porém, a mudança brusca e irreversível dos vencimentos para subsídios alinhados ao STJ nos fez distanciar mais e mais de Suas Excelências.

Neste domingo, li uma matéria no jornal ZH (Sua Vida - Seu bolso/encare a crise - pág. 29), onde nos trás situações de pessoas (casamento, aniversário de filho e formando), os quais tiveram que readequar seus sonhos, reflexo dessa brutalidade de ações que curvam a espinha dorsal do povo gaúcho, mais especialmente, do servidor público.

Não acho justo que tenhamos que nos adaptar a comer frango ao invés de churrasco bovino, já que trabalhamos pesado durante trinta dias para tanto (subjetivando);

Não acho justo que sejamos compelidos à simplicidade se quem faz as leis não se abstém de nenhuma regalia funcional;

Não acho justo, Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do RGS, nos abandonar, como é do feitio dos políticos, no instante em que vimos aprovado 8% de reajuste pelo Órgão Especial (o certo seria 15%) para julho p.p. aos servidores e, Vossa Excelência, autorizar o pagamento de auxílio-moradia, PAE e auxílio-alimentar à Classe da Magistratura, pensionistas, juízes e pretores, acompanhados de seus subsídios;

Não acho justo, que Vossa Excelência alegue que é preciso 'um momento adequado' para enviar nosso projeto de reajuste à AL-RS, quando esse Poder para o qual trabalhamos faz a sua parte em concessões ao Executivo, abrindo mão de juros e aumentando a quota de contribuição dos depósitos judiciais com a finalidade específica de pagar em dia o funcionalismo e minimizar o quadro oposto das promessas de campanha do Governador Sartori.


Por que nós, servidores do Poder Judiciário, temos que nos curvar SE o TJ segue se beneficiando - isoladamente - na folha de pagamento do TJ-RS, cujo lema deveria ser: atender aos direitos de TODOS que labutam no considerado melhor Tribunal de Justiça do País?


Curvar-se à simplicidade de viver por conta de uma pincelada e dúbia crise (?? recuo de despesas no legislativo e outros poderes), não pode ser uma matriz para penalizações e cortes de direitos do funcionalismo público, no caso aqui, o Judiciário.

Para finalizar, há quem diga que temos que ser solidários com os servidores do Executivo e, portanto, devemos aguardar (??) pela aprovação do nosso reajuste em momento propício.

Digo, Sr. Presidente, que é chegado o momento de Vossa Excelência falar ao povo gaúcho, parlamentares e governo estadual, em alto e bom tom, que o Judiciário já deu sua contribuição para corrigir a ilegalidade do não pagamento integral do funcionalismo Executivo (uso dos depósitos judiciais e diminuição dos juros) e que, LEGITIMAMENTE, AGORA é a vez de regularizar a vida funcional dos seus servidores!

Assim que, desculpa a palavra, deveríamos ser DEFENDIDOS e ABRAÇADOS por sua Administração que autoriza incrementos mensais exorbitantes à magistratura e esquece das Mãos que fazem um Poder Judiciário se tornar grande e eficaz perante à Nação Brasileira.

Respeitosamente,

Maria da Graça Marçal
Servidora do Judiciário RS
mgmarcal1@hotmail.com